quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Sufocada... é como me sinto.


Nenhuma outra palavra definiria melhor.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Se tudo fosse como imaginamos, um universo totalmente diferente certamente, eu teria feito algumas coisas diferentes.

Eu teria acreditado em meus amigos em vez de acreditas nas pessoas que me colocaram pra baixo. Algumas vezes a resposta certa não é tão clara e acabamos embarcando na mais segura.

Eu teria acreditado mais em mim e teria me cobrado mais. Teria perdido mais tempo com problemas reais em vez de inventar um motivo pra me sentir triste.

Eu teria usado mais xampus de morango, apenas porque eu gosto do cheiro. Deixaria toda aquela baboseira, "o que os outros pensam" , de lado.

Eu teria comido quantos sorvetes tivesse vontade, mesmo com a garganta ruim. Só vejo hoje quanto cuidado em vão eu tomei. A doença sempre chegava em mim... de uma maneira ou de outra.

Eu teria escrito mais cartas de amor e menos bilhetes tristes endereçados aos não merecedores.

Não teria dedicado tanto tempo pra consertar problemas alheios, eu realmente sofria quando via alguém triste. Sofria mais do que deveria.

Eu teria curtido todos os dias 25 de Dezembro. Acho que já perdi uns 10. Só eu me dedicava a montar a árvore, a primeira árvore da minha casa tinha uns 80cm e fui eu quem comprei. Fui a primeira a monta-la e a ultima uns 4 anos depois.

Certamente eu teria escrito mais cartas ao papai noel, teria me vestido de índia, pintado meu rosto de coelha e teria ido a 7 de Setembro.

Eu não teria dito uma mentira que me prenderia durante tanto tempo. Teria me aliviado e a ele também.

Eu teria deixado certas coisas de lado, ou não. Pois o presente no meio do furacão era tão lindo que eu esquecia de correr e me esconder.

Eu teria mudado meu jeito de falar antes de estragar alguns momentos.
Teria levado um cobertor a mais algumas vezes.

Eu teria acreditado no meu signo.

Eu teria te conquistado antes. Assim, a paranóia nunca ia chegar em mim.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Marcando a canção com meus passos, a cada batida um passo mais forte e faço disso um alívio pro que se passa ao meu redor.
Ah, seu eu fosse realmente trancar todas as dores do mundo no meu peito,não existiria mais eu, definitivamente.

Sinceramente, dores por dores eu profiro aquelas fortes e passageiras. Não gosto de sofrimento tipo conta-gotas. As vezes eu quero sumir, derreter que nem o gelo, não lentamente mas sim como em um deserto.
Sumir rapidinho.
As vezes também gostaria de abraçar alguém e fazê-la grudar em mim, dividirmos um mesmo coração e se acontecesse ela poderia sentir meus medos e angustias de um amor louco e inconsequente.
Ela poderia ver como amo e como meu coração é, antes de ser pré-julgado e vendido em pedaços em dia de promoção.
Eu poderia suportar uma briga exagerada, um fim de uma amizade até mesmo a morte de alguma coisa que amo, seja um bicho ou uma pessoa, mas certamente eu não suportaria muito bem um adeus seu. Um adeus simples iria doer mais que um explicado, iria me perguntar se foi algo que fiz, algo que disse ou simplesmente o que não fiz. Prefiro que seja da forma antiga, quando se briga mas no fim da noite ,dorme junto, amando.

Amando, estado permanente sem data de fim. Prazo de validade dependente mais do ser amado do que do tempo. Meu prazo pode ser tão longo quanto eu espero ou tão curto como você o fará ser.

As flores que você me mandou aquele dia, lindas por sinal, não duraram mais que uma semana. Não foi falta de cuidado ou de carinho, elas simplesmente morreram. Se as flores significassem seu amor, ele seria tão mortal assim? Da próxima vez se quiser me impressionar me mande algo que não seja biodegradavel. E de preferência escreva que quer que nosso amor dure tanto quanto, pois do contrário, posso pensar que não quis gastar um pouco mais em outro presente.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Pra vocÊ!


Come up to meet you, tell you I'm sorry
You don't know how lovely you are
I had to find you, tell you I need you
The Scientist - Cold Play


Com tantas pessoas ruins no mundo tudo parece realmente perdido mas, aí, eu encontro você.
Como pode existir nesse mundo tão infectado por raiva, ódio e traição?Como pode continuar sendo tão puro, tão simples e tão você?
Eu tento ser dura pra fazer você criar armaduras mas amor, é tão difícil ver você machucado. Dói tanto e me sinto culpada por isso.
O que eu quero mesmo é te proteger, tirar tudo de ruim de perto pra que possa voar livremente sem medo.

Amor, voa pra dentro do meu peito onde posso te dar tudo de perfeito, vem pra cá. Prometo te manter seguro e te dar tudo que puder de afeição.
Pois você dentro do meu coração é, inquestionavelmente, o melhor em mim.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Somos o melhor.

Esquecer na maioria das vezes os sentimentos que carregamos apenas por medo de mostra-los a outrem.
Sobrepujar a verdade quando ela machuca mas liberta.
Esperar por algo verdadeiro e mágico mesmo que tudo ao redor sufoque e tome o que se tem de melhor.

Sempre fui de gostar do dramático e do estranho. Normalidade demais sempre me pareceu sem graça,o que eu quero todo mundo quer, sentimentos a flor da pele, choros sentidos e expostos. Palavras de amor pingando de "melosidade" e no fim, tudo isso não é mais nada do que um amor verdadeiro. E eu,o tenho.

Eu tenho ele, amor. Verdadeiro e real. Tão perfeito e meu, meu pedaço de amor. Com meu nome e meu RG mundano. E enquanto ele for meu vamos nos levar dessa forma tão forte e colorida pois eu, não meu bem, eu não sou cinza nem morna e você entende.
Pra mim sempre será o extremo de tudo, me permitir sentir tudo, permitir ter tudo em vez de ter medo e ficar escondida usando máscara de conformidade e falsa satisfação.

Somos o extremo de nós mesmo e não aceitamos outros. Como você disse amor, não aceitamos negativo um do outro. Pois o dia que aceitarmos não seremos mais o que somos de tão belo, uma tempestade de sentimentos contrários... Somos uma junção de falso e positivo tirando a prova real.

"As vezes te odeio por quase um segundo, depois te amo mais..."(Paralamas do Sucesso - Quase um segundo.)



É meu bem, somos o melhor enquanto estamos juntos, pois dois sempre será melhor e mais forte que um.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010


Era uma vez uma garota estranhamente normal. Sem grandes atrativos físicos nem muita popularidade como o mundo exige. Ela era... ela! Não gritava aos quatro ventos que era única, até se sentia bem por saber que existiam pessoas como ela. Nunca foi muito boa com horários nem promessas, lembrar de datas? Impossível! Era assim que levava a vida, sempre imaginava uma estrada com um lindo campo, as vezes tinha uns pequenos desvios, outras vezes algumas tempestades a impediam de seguir em frente por um tempo mas, sempre conseguia ver a linda estrada. Nunca importou muito como era a pessoa com quem, de vez em quando, dividia o caminho, era apenas importante saber conversar. Uma vez um estranho se aproximou mas não era bom de conversa, não demorou muito pra perder o lugar.
Ela sempre dizia que todo mundo gosta de conversar, seja sobre zumbis, estrelas ou qualquer coisa explosiva, todo mundo tinha algo pra compartilhar e era isso que ela absorvia, conversas. E ela adorava quando conversava com seu amigo estranho sobre conspirações, sentimentos e atitudes...
Uma certa vez quando chovia um bocado ela e seu amigo estranho tiveram que fazer uma pausa na caminhada, encontraram uma tenda na beira da estrada, meio velha e com goteiras mas, naquele momento era suficiente. Sentaram na única madeira que tinha como banco e como sempre conversaram. Falaram sobre amor, paixão e Segurança. E ela percebeu uma coisa estranha naquele seu amigo estranho, ele tinha os olhos mais lindos e sinceros que ela já tinha visto até então. Tentava prestar atenção na conversa mas, constantemente era atraída pelo olhar. Foi então que como um trovão ela se deu conta, não eram os olhos apenas que eram sinceros e bonitos. Era todo o caminho percorrido até agora, as risadas e piadas, carinho e amizade. Era uma soma das estrelas que conseguiam ver, era um campo lindo e florido, era o céu depois da tempestade...era tudo que considerava lindo e importante. Era aquele momento, era aquele suspiro e era aquele amigo estranho. E foi então que entendeu como é... amar alguém, daquele jeito incomum, sem planos, do jeito que chuva chega em dia de verão... de repente.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010


-Deus não existe ou nos ignora...

- Deus existe, se não, não teríamos um coração tão forte.

(Banquete de amor.)